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Tratamento planta medicinal africana

Tratamento planta medicinal africana

Em meio a tantas plantas que dão origem as drogas como por exemplo a folha da coca (cocaina e crack) , cannabis (maconha),cana-de-açucar (alcool), surge agora no Brasil um tratamento eficaz a base da Planta Medicinal Africana que tem o poder de anular os efeitos fisicos e psicoativos dessas outras plantas citadas( fissuras , agressividade, hiperatividade, irritabilidade, vicios).

Trata-se de um alcalóide indólico enteogênico capaz de antagonizar e anular a ação de uma série de alcalóides ou compostos orgânicos nitrogenados de intensa bioatividade sobre o cérebro, como a cocaína, crack, alcool, heroína e morfina, dentre outros.
Obtida de um arbusto da família Apocynaceae, de origem africana , nas regiões do Congo e do Gabão entre os pigmeus e alguns povos bantos, que possivelmente assimilaram essa prática pelo contato com esses misteriosos povos da floresta que são os pigmeus, se praticam rituais com preparados dessa planta denominado, entre as tribos Apindji e Mitsogho, como Buiti. Outros grupos e etnias do Gabão também o utilizam possivelmente a partir desse contato cultural.

Possivelmente sob influência das notícias de cura, transformações psicológicas associada à conversão religiosa e participações de estrangeiros, o mundo ocidental tem despertado interesse sobre essa planta e esse ritual.
Preparados com essa planta vem sendo utilizado, com sucesso, em sessões terapêuticas cujo objetivo é alcançar a cura completa da drogadição. Um dos primeiros pesquisadores a estudar os potenciais efeitos da Planta psicoterápica, foi o psiquiatra chileno Claudio Naranjo, na década de 1960 e segundo Freedlander, 2003 o uso da planta para o tratamento da dependência de drogas tem sido baseada em relatos da International Coalition of Addict Self-Help (ICASH) e DASH (Dutch Addict Self-Help Group) de pesquisas realizadas com voluntários desde os anos 80.

O tratamento da dependência química é complexo e difícil. Exige um enorme esforço por parte do dependente químico e da sua família. Como as opções públicas de tratamento da dependência química são lamentáveis, quase sempre é preciso pagar por internações em clínicas especializadas e não raro todo o tratamento pode custar mais de R$ 20.000,00, incluindo remédios, internações, etc… De vez em quando “novas” descobertas no tratamento da dependência química prometem revolucionar a forma como isso é feito. A Planta Africana é uma dessas esperanças, uma planta de cuja casca da raiz pode ser obtido o principio ativo responsavel pelo tratamento. A Planta Africana é um arbusto com uma raiz subterrânea que chega a atingir 1,50m de altura e é composto de várias espécies. A que mais tem interessado no tratamento da dependência química é essa Planta Africana, encontrada nos Camarões, Gabão, República Central Africana, Congo. Em 1962, Howard Lotsof, um jovem dependente químico de heroína, acabou descobrindo, por acaso, a Planta na África, relatou que perdeu o desejo de consumir heroína por completo. Em 1983, Lostsof relatou as propriedades antiaditivas da Planta e em 1985 obteve quatro patentes nos EUA para o tratamento de dependências de ópio, cocaína,crack, anfetamina, alcool.

Através da administração de uma única dose, cujo efeito dura dois dias, haveria uma atenuação severa dos sintomas de abstinência e uma perda do desejo de consumir drogas por um período mais ou menos longo de tempo. O número de tratamento de dependentes químicos com a Planta Africana está crescendo tanto que vem provocando escassez da planta que ainda é produzida de maneira artesanal. A Planta Africana age em dois sentidos, por um lado ela age na química cerebral, estimulando a produção da proteínao GDNF, que promove a regeneração do tecido nervoso e estimula a criação de conexões neuronais. Isso permitiria que áreas do cérebro relacionadas com a dependência fossem reparadas e estimularia a produção de neurotransmissores responsáveis pela produção do prazer, a serotonina e a dopamina. São essas substâncias que podem explicar o desaparecimento da fissura pela droga relatados por dependentes logo após saída de uma sessão.

Sobre o tratamento com a Planta Africana e reações:

Os efeitos de curto prazo da Planta Africana dadas em doses terapêuticas para desintoxicação química e psicoterapia podem durar entre 24-48 horas. Cada experiência é única, no entanto elementos comuns são relatados. Entende-se que tendo o tempo para se preparar para a experiência por ter intenções positivas ou metas para o resultado, sendo dedicado a explorar o que você precisa para curar em sua vida, sentir-se seguro ao seu redor e sentir o apoio do povo que cuidam de você, irá gerar um efeito positivo no resultado.

Efeitos Psicoativos: Seus efeitos psicoativos têm sido descritos como "oneirogenico" o que significa que o que produz uma vigília ou lúcido estado de sonho da consciência. Na verdade, EEG (eletroencefalograma) e estudos de ritmos de ondas cerebrais em animais sugerem que a Planta Africana causa REM (movimento rápido dos olhos por sonho lucido) . Este processo oneirogenico é caracterizado por fenômenos visuais que algumas pessoas sentem como sonhos vívidos, reflexões ou memórias. Ele foi descrito por algumas pessoas que a Planta Africana pode ajudar emocionalmente e psicologicamente, permitindo um processo em que eles são capazes de pensar sobre a vida de uma perspectiva que parece ser mais objetivo. Alguns descreveram que este processo facilitado pela Planta Africana lhes permite refletir sobre suas vidas sem medo, culpa, vergonha e outros sentimentos associados com o trauma que as pessoas em crise são frequentemente afetados. Note-se que nem todas as pessoas que tomam a Planta Africana relatam ter sonhos ou visões oníricas, porém ainda encontraram efeitos psicoativos, emocionais, níveis espirituais e físicos. A planta não causa nenhuma perda de consciência ou despersonalização. Além disso, pode-se notar que, embora alguns tenham descrito anteriormente a Planta Africana como um "alucinógeno", o efeito da Planta Africana na neurotransmissão é diferente dos efeitos das drogas psicadélicas clássicas ou alucinogénios tais como LSD.

Efeitos Físicos: Os seus efeitos físicos são diferentes para cada pessoa. Alguns relatos incluem sensação de cabeça leve, sensibilidade ao movimento, som e luz e uma sensação de oscilação ou vibração.
Alguns desconfortos ou possíveis efeitos colaterais geralmente associados com doses terapêuticas da Planta Africana incluem: tremores leves (agitação), fotossensibilidade (sensibilidade à luz), náuseas, vômitos, pequenas mudanças na pressão arterial, dores nas costas, às vezes leve (possivelmente devido a deitar por um período prolongado de tempos) e possível insônia (particularmente em indivíduos dependentes de opiáceos). O potencial para efeitos colaterais e os riscos podem ser substancialmente minimizados, evitando quaisquer substâncias contra-indicados, antes e durante o tratamento, o exame médico adequado para todas as condições pré-existentes contra-indicadas, monitorização cuidadosa dos sinais vitais, hidratação adequada, com água e eletrólitos, antes e durante da terapia com a Planta Africana. Qualquer efeito colateral será deixado de sentir após 24 ou 48 horas da aplicação da Planta, e o anseio pelo uso de substancias quimicas nao será mais sentido, que deve ser grandemente reduzida ou eliminada através da ação da Planta Africana.

Efeitos a longo prazo: podem incluir a redução da ansiedade, melhora do humor e aumento da energia. Algumas pessoas relatam ter dificuldade com parar dormir por um curto periodo de tempo (particularmente aqueles que se afastaram de opiáceos). A maioria das pessoas relatam sentir estes efeitos de 2 semanas a 3 meses ou mais.